Destino do troféu da Libertadores nos últimos quatro anos — e com a possibilidade de chegar a cinco consecutivos — o Rio agora ganhou uma versão gigante dele. Erguida na praia de Botafogo, a réplica de 9 metros de altura (equivalente a um prédio de três andares) receberá torcedores até domingo, das 16h às 22h. A ação, batizada pela Conmebol de Libertadores Experience, simboliza o momento mais carioca da história da competição. O que se vê até mesmo no trabalho por trás da peça. A montagem envolveu profissionais — como escultores, ferreiros e pintores — que trabalham na produção dos carros alegóricos do carnaval do Rio.
Um aviso que surgiu para marcar o fim do voto de cada eleitor e se tornou o símbolo sonoro do processo eleitoral brasileiro. O “pilili”, aquele barulho emitido quando o cidadão termina de votar, surgiu com a urna eletrônica, há 30 anos. A urna foi desenvolvida em 1996 e, após três décadas, o som emitido ao final da votação já entrou na rotina das eleições brasileiras e ganhou até nome, rosto e se tornou a mascote oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Apesar do folclore envolvido, a origem desse som surge da necessidade básica de um sistema eleitoral que, à época, passava por uma reformulação, migrando das cédulas de papel para uma votação digital. TSE apresenta mascote O aviso sonoro está tão inserido na cultura eleitoral do país que, em maio, o TSE apresentou ao público a mascote Pilili, fruto de um projeto que integra as ações de comunicação dos 30 anos da urna
O São Paulo empatou por 1 a 1 com o Boca Juniors e foi eliminado da Copa Sul-Americana na noite da última terça-feira, no Morumbis. Descansados após terem sido poupados no clássico contra o Palmeiras, os titulares jogaram mal e foram dominados pelos argentinos. Em seus melhores momentos na temporada, o São Paulo de Dorival Júnior subiu suas linhas para marcar pressionando a saída de bola do adversário. Em um Morumbis lotado, com jogadores descansados e precisando do resultado, porém, isso não aconteceu. A equipe são-paulina praticamente apenas assistiu ao Boca Juniors jogar durante o primeiro tempo. Os argentinos controlaram as ações, a posse e tocaram a bola como quiseram dentro da casa tricolor. O trio de zaga do São Paulo teve uma exibição muito ruim na primeira etapa no quesito recuperar a posse de bola, com Arboleda rebatendo as tentativas do Boca e devolvendo a posse ao adversário, além de Domingos e
Durante a derrota por 2 a 1 para o Platense, na última terça-feira, em Buenos Aires, o Fluminense viveu a verdadeira noite de Copa Libertadores. O time chegou à Argentina com dois gols na frente, pela vitória de 2 a 0 na ida, e viu a vantagem se esvair em pouco mais de 45 minutos. Dos pés de Canobbio, no segundo tempo, saiu o gol salvador que colocou o time carioca novamente em uma semifinal após três anos, causando um misto de alegria e alívio na torcida. Como se diz no linguajar boleiro: "a bola pune". E com o Fluminense a punição chegou rápido. Se após o jogo de ida ficou uma sensação no ar de que era possível ter feito (muito) mais no Maracanã, os dois gols sofridos em menos de 45 minutos na partida de volta provaram que a equipe de Marcão deveria ter feito mais. Ao apito final da