A ausência do Irã na Copa do Mundo de 2026 recoloca em evidência um tema incomum, mas presente em diferentes momentos da história do torneio. Ao longo das décadas, seleções já abriram mão de disputar o Mundial ou boicotaram a competição por razões políticas, diplomáticas, logísticas e por divergências com a Fifa. O caso mais recente envolve a seleção iraniana. Segundo declarações do ministro do Esporte do país, Ahmad Donyamali, a equipe não disputará a Copa caso a guerra com os Estados Unidos continue. A crise ganhou força após a morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, em um ataque conjunto de Estados Unidos e Israel no dia 28 de fevereiro. Até agora, no entanto, a federação iraniana ainda não formalizou a desistência junto à Fifa. Mas essa não seria a primeira vez que uma seleção classificada fica fora de uma Copa. Já na edição inaugural, em 1930, disputada no Uruguai, a
As sedes das fases regionais dos JAMS 2026 (Jogos Abertos de Mato Grosso do Sul), já estão definidas. Após a realização de vistorias técnicas nos municípios interessados, foram definidas as cidades que sediarão a fase regional dos JAMS 2026 organizados pela Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer de MS). Ao todo, seis municípios receberão as disputas, que ocorrerão entre os meses de abril e setembro. Nesta edição, 49 municípios aderiram à competição, com a participação de 215 equipes, reunindo aproximadamente 4 mil atletas e membros de delegações. As disputas serão realizadas nas modalidades de handebol, voleibol, futsal e basquetebol. A escolha das cidades-sede considerou critérios como estrutura física disponibilizada pelos municípios, capacidade de apoio logístico, além do rodízio entre as cidades, estratégia que busca ampliar as oportunidades para que diferentes regiões recebam grandes competições esportivas. Segundo o diretor-geral dos JAMS, Leandro Fonseca, que também atua como diretor de Gestão de Políticas de Excelência
O prefeito Marçal Filho vistoriou nesta sexta-feira (13) as obras de revitalização completa do Teatro Municipal de Dourados, um dos principais espaços culturais do município. A reforma teve início na primeira semana de fevereiro e a previsão é de que o novo teatro seja entregue à população até o fim deste ano. Durante a vistoria, o prefeito percorreu toda a estrutura do prédio, desde o térreo, onde está localizada a arena do teatro, até o piso superior, que abriga salas administrativas, camarins e espaços destinados à cenografia. Marçal também inspecionou o telhado da edificação. De acordo com avaliação do prefeito, a obra avança em ritmo satisfatório e está seguindo o cronograma estabelecido no projeto. “A obra está bem adiantada, já estão revitalizando a estrutura metálica para receber um novo telhado”, destacou Marçal Filho. Atualmente, praticamente toda a parte interna foi removida, restando apenas a estrutura principal do prédio, formada por vigas,
José Henrique Marques – No início deste mês, recebi meu amigo e empresário Joaquim Soares na Folha de Dourados. Por mais de uma hora abordamos vários temas, tendo como pano de fundo nossa Dourados. Rimos bastante de fatos pitorescos, recordamos de outros e também fizemos reflexões sobre a vida. Assim como eu, o destino levou Joaquim a adotar Dourados para viver. Caarapoense, chegou aqui em 1969, um ano depois de minha família mineira aportar nesse rincão do Brasil. Nós nos conhecemos há várias décadas e somos amigos há muitos e muitos anos. Nos anos 70, lembro de Joaquim nas ruas do centro da cidade com uma caixa de engraxate, seu primeiro ganha pão para ajudar nas despesas da família. Foi o prenúncio de uma vida dura e honrada, de muito trabalho e sucesso que viria pela frente. De fato, o menino pobre, trabalhador e perspicaz, Joaquim Soares, tornou-se um empresário e desportista bem sucedido, tendo