A eliminação do Grêmio para o Bolívar, na Copa Sul-Americana, aumentou a pressão sobre o técnico Luís Castro. A torcida vaiou o treinador e chegou a pedir a volta de Renato Portaluppi ainda durante a partida. Dentro do Z-4 do Campeonato Brasileiro, o português vive o pior momento em sete meses no comando. Mesmo assim, a direção banca o trabalho do treinador e garante a permanência.
Apesar do respaldo ao treinador, houve cobrança em uma reunião, ainda que rápda, após a partida. Conforme apuração do ge, a mensagem passada no vestiário foi de que o resultado não era o esperado, que houve decepção geral com o que foi apresentado e que o grupo pode entregar mais.
Essa questão é um dos que norteia a permanência de Luís Castro. A diretoria defende que o trabalho do dia a dia tem qualidade e pontos positivos que não aparecem na outra parte do "trabalho", os jogos.
A permanência do treinador se justifica pelo trabalho que a gente acompanha, que óbvio que não se reflete nos resultados. Enquanto não acontecem, a gente vê evoluções no dia a dia. O resultado ainda não chegou, infelizmente. O que mantém o treinador é o trabalho. E vamos trabalhar para as vitórias aparecerem o mais rápido possível – disse o vice de futebol Rafael Lima após a partida.